O governo equatoriano renovou os contratos com as operadoras Claro e Movistar, garantindo investimentos de mais de US$ 1,55 bilhão até 2038.
O Ministério das Telecomunicações informou que o valor total inclui US$ 880 milhões referentes à concessão de espectro e o restante em taxas. As operadoras irão adiantar US$ 610 milhões neste ano e pagar um valor adicional com base em sua receita.
A Claro pagará US$ 597 milhões e a Movistar, que agora pertence à Millicom, desembolsará US$ 282 milhões.
O ministro das Telecomunicações destacou que as empresas se comprometeram não apenas a pagar pela frequência, mas também a continuar investindo, expandindo a cobertura e conectando áreas antes isoladas.
Condições da renovação
Os contratos incluem compromissos de investimento até 2028, como a expansão da tecnologia 5G e a conexão de escolas à internet, além da instalação de novos sites 4G em áreas rurais e corredores rodoviários.
Além disso, as operadoras devem estabelecer tetos tarifários decrescentes para tornar os serviços mais acessíveis.
Atualmente, o Equador possui 18,7 milhões de linhas móveis ativas, sendo a Claro responsável por 53% do mercado, a Movistar por 29% e a estatal CNT por 18%.
Organizações celebram a decisão
Entidades do setor elogiaram a renovação dos contratos, destacando a estabilidade jurídica e regulatória que o acordo proporciona, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor.
A GSMA também comemorou a renovação, afirmando que é uma ótima notícia para os usuários e demonstra estabilidade na indústria, permitindo investimentos a longo prazo em serviços móveis avançados.
Com essas renovações, o Equador busca fortalecer sua infraestrutura digital, impulsionar a transformação tecnológica e garantir uma conectividade moderna para seus cidadãos.








